Já estão circulando no México (na cidade Puebla) 35 táxis que oferecem um serviço muito especializado, exclusivo para mulheres. Os táxis cor rosa são dirigidos por mulheres e contam com GPS e um dispositivo de emergência conectado a um centro de resposta imediata. Cada um dos veículos foi batizado com nomes femininos como Maria, Margarita, Blanca e Ely.
O titular da Secretaria de Comunicações e Transportes de Puebla, Valentín Meneses, informou que a iniciativa é um gesto de respeito à mulher no trânsito. “Queremos trocar a noção de ‘mulher no volante, perigo constante’ pela de ‘mulher no volante, responsabilidade constante”.
Vale lembrar, à guisa de elogios, que a Capital do México, há um ano, implementou ônibus exclusivos para mulheres para evitar o assédio contra as mulheres.
Bem que Buenos Aires poderia seguir sim o modelo. Na capital argentina, os táxis são pretos e amarelos, verdadeiros patrimônios culturais e visuais da cidade. O lamentável é a má fama de muitos deles – não sem fundamento – de desrespeito ao turista, principalmente se for mulher.
Já no Aeroporto internacional, um/a visitante é avisado/a, sem preâmbulos, que de forma alguma tome um táxi lá fora (prefira sempre os táxis vinculados aos serviços oferecidos por empresas dentro do Aeroporto). Perigo de assédio, perigo de violência.
Ponto para os mexicanos em exemplo de esforço de combate à violência contra as mulheres e de trazer à tona a temática!



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